Estava Gonçalves Dias
No seu exílio eterno,
Apreciando as andorinhas
Fazendo verso.
Gritou Aluisio de Azevedo:
- Êi, poeta!
Ao fim da luz poente
Dias o abraçou com festa
Azevedo chorou contente
Passeavam pelo cruzeiro sul
Brincavam de colher estrela,
Num dia de céu azul,
Viviam a morte sem tristeza.

























